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22 Agosto 2019
Benefícios da água de coco

A água de coco é um sumo natural que se encontra dentro do interior do coco. É típico em áreas tropicais e quentes, principalmente em cidades do litoral.

Esta bebida tem diversos benefícios que contribuem para um melhor estilo de vida. Como é que um produto tão natural pode ser tão benéfico ao nosso bem-estar?

Conhece as suas vantagens:

 

  • Desintoxicação

A água de coco é composta por diversos nutrientes que ajudam a uma desintoxicação natural, ajudando a um melhor funcionamento dos órgãos.

 

  • Hidratação

Por ser um fruto que tem um nascimento e amadurecimento natural, sem qualquer fonte artificial, tem um poder elevado de hidratação capaz de restabelecer o corpo humano. Consta-se que a água de coco possui três vezes mais cloretos, duas vezes mais magnésio e vinte vezes mais de potássio do que a água natural.

 

  • Atenua o envelhecimento

Este produto é rico em antioxidantes, como vitamina C, complexo B e aminoácido arginina, que estimulam efeitos de rejuvenescimento da pele.

 

  • Prevenção de doenças

Muitos estudos já revelaram que a água de coco é uma das aliadas da prevenção de várias doenças, protegendo a formação de neoplacias através da via oxidativa.

 

  • Melhor funcionamento cerebral e do sistema nervoso

Sabias que só sentimos necessidade de beber água quando estamos desidratados? Este estado provoca abrandamento no organismo e principalmente nas atividades cerebrais, promovendo a fadiga. A água de coco tem aqui um papel fundamental.

 

E estas são algumas das vantagens desta bebida, que faz as delícias de qualquer viajante para países tropicais! E tu, já provaste?

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8 Julho 2019
Pratos típicos Indianos

A gastronomia Indiana é muito diversificada, englobando as várias cozinhas regionais. A maior parte destes pratos são caracterizados pela sua riqueza nos temperos. A Masala é um dos temperos mais comuns e combina muito bem nos vários pratos tradicionais, sem nunca deixar de mencionar o popular caril, um dos temperos fundamentais na Índia!
Vamos dar-te a conhecer os pratos tradicionais Indianos que tens de experimentar!

Samosa

Samosa, popularmente conhecida por Chamuça. É um salgado frito em forma de triângulo recheado com carne ou lentilhas. O segredo desta iguaria são as especiarias adicionadas. Na verdade, este é o segredo da cozinha Indiana para a confecção de qualquer prato!

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Butter Chicken (Frango em manteiga)

O frango é muito utilizado em diversos pratos, como no prato butter chicken, tal como diz o nome! Inicialmente, tempera-se o frango com as diversas especiarias e deixa-se a marinar em molho de iogurte. Após cozer, junta-se molho de tomate e a típica manteiga indiana, e está pronto a servir!

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Naan

Naan é o típico pão achatado indiano, que está quase sempre presente em todas as refeições como acompanhamento. Também pode ser visto como uma refeição individual, normalmente recheado com batatas.

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Caril de peixe

O caril de peixe é um prato comum na índia, ainda que difira consoante as regiões. Os ingredientes chave são a pimenta em pó e o óleo de coco!

bowl of cooked food

 

Vada Pav

Ao andar pelas ruas de Mumbai, é certo que encontre Vada Pav, um hambúrguer vegetariano de batata no pão de pav. O modo de preparação é relativamente simples. Começa-se por fazer um puré de batata e temperá-lo com pimentões, alho, açafrão, sementes de mostarda e alho. Por fim, frita-se e coloca-se no pão. Parece saboroso, não é?

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Estes são alguns dos pratos populares da gastronomia indiana  que tens mesmo de experimentar. Qual destes te despertou mais a atenção?

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28 Março 2019
Os 5 pratos mais deliciosos do México

Sombreros há muitos, mas não são os únicos traços culturais do México. Nem sequer os mais saborosos. O quinto maior país das Américas é também notado pela sua gastronomia, daquelas que nos multiplica os olhos e subtrai a barriga. Astecas, Maias e Zapotecas, além da natural intervenção espanhola, uma vez que a cozinha mexicana se estabeleceu, em grande parte, durante a colonização, influenciam pratos que se candidataram, de forma pioneira, a Património Cultural da Humanidade pela UNESCO (2006). Seguem-se cinco motivos pelos quais a proposta não deveria ter sido recusada:

Chilaquiles

Aquando da decisão, a UNESCO alegou à comissão de candidatura que não havia dado o destaque adequado ao milho. Estamos a falar a sério! O milho está para esta gastronomia como os sombreros para o guarda-roupa de um hombre! E, claro, as chilaquiles são tortilhas de… milho, fritas e cobertas por um molho verde (menos picante) ou vermelho (mais picante), ovos, frango, queijo e/ou crema. Quem gosta, poderá ainda adicionar abacate, assim como feijão. Qualquer família fica pronta para saborear chilaquiles ao pequeno-almoço, mas não se esqueçam de uma variável: esta receita muda bastante de acordo com a região do país. Curiosidade: ‘reza a lenda’ que o chilaquiles cura ressacas.

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Pozole

Saltamos do pequeno-almoço para o almoço. A pozole, servida na época pré-colombiana em rituais religiosos, tem (adivinham?) milho. Milho de canjica, mais especificamente. É uma sopa ou guisado com carne de porco ou galinha – isto é que é variedade de confeção! Os diversos vegetais com que se faz acompanhar (cebola, alface, queijo, malagueta em pó, pimentas, etc.), não são cozinhados em Sinaloa, Michoacán, Guerrero, Jalisco, Morelos, México e Distrito Federal, os estados onde o pozole é um prato típico. Provavelmente, nos outros estados também não, uma vez que a sua reputação no país ofereceu-lhe o estatuto – após inquérito realizado – de segundo prato mais popular.

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Tacos al Pastor

São os tacos dos tacos no México. Os prediletos entre cerca de 124 milhões de habitantes. Coisa pouca, portanto. Nasceram na cidade de Puebla, na tentativa de adaptar o shawarma árabe, que aterrou no país à boleia dos imigrantes libaneses durante a década de 1960. No ‘descubra as diferenças’, sobressaem a troca de carnes – da de cordeiro para a de porco – e as especiarias com que se marinam (cebola e coentros, sempre!). Neste caso, não se coloca a cereja no topo do bolo, porque, ao invés, utiliza-se abacaxi, oferecendo suculência e doçura ao prato. A probabilidade de te cruzares com os Tacos al Pastor pelas calles é proporcional às saudades que irás sentir do seu sabor. Os mexicanos que vão morar para o estrangeiro tornam-se nostálgicos sempre que falam desta receita. Ficam como nós quando falamos do cozido à portuguesa.

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Elote

Escreve-se “elote”, mas diz-se “milho na espiga”. Surge como o petisco de rua mais apetecível das grandes cidades e tem tanta saída que, vejam só, deram um nome às pessoas que se dedicam à sua venda. Eloteros. Entramos, assim, num outro patamar deste universo, porque os clientes que vão ao encontro de especialistas procuram poder escolher entre milho tenro e milho duro, pequeno ou grande. Quanto ao creme, há maionese, queijo amarelo, pimenta em pó, queijo ralado, manteiga e podíamos estender a panóplia até amanhã. As espigas de milho preservam-se quentes, caso contrário, o sabor altera-se com relativa facilidade. Imperdível para qualquer forasteiro.

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Tamal

Há registos de que os Maias consumiram tamales em eventos festivos do Período Pré-Clássico (1200-250 a.C.) e, por isso, encara-se com normalidade o facto de não haver nenhum país com tanta diversidade de tamales como o México. Tal como no caso dos chilaquiles, também os tamales se transformam de cidade para cidade, estimando-se a existência de 2.500 variedades em todo o país. Feito de massa, normalmente confecionada à base de milho – cozida a vapor ou fervida num invólucro –, contêm carnes, queijos, frutas, legumes, pimentas, gomas (caso prefiras). Concluindo, tudo o que te possa parecer apetitoso.

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Atualização: depois da primeira nega da UNESCO, em 2006, a cozinha mexicana foi inscrita pela mesma identidade na lista do Património Cultural Intangível da Humanidade, já em 2010. Merecido! Qual dos pratos te despertou maior interesse?

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