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25 Fevereiro 2020
Testemunho – O Carnaval no Brasil

Chegou a época dos confettis, das fantasias, acessórios, de dançarmos enquanto cantamos e acompanhamos carros alegóricos que desfilam pelas ruas de várias cidades. E quando pensamos no Carnaval, qual é o primeiro destino que nos vem à mente? O Brasil, claro.

O Carnaval do Brasil para além de ser o mais famoso do mundo, faz parte da sua identidade nacional, chegando a atrair milhares de turistas de vários países. Grande fonte de negócio e lucro, escolas de samba, clubes, hotéis, entre outros, trabalham o ano todo na preparação para a maior festa popular que decorre no país.
É no mês de Setembro que começam os preparativos com ensaios nas quadras das diversas escolas de samba, onde milhares de pessoas assistem e apoiam o seu clube.

 

Apesar de ser o feriado mais esperado por grande parte dos brasileiros, há quem prefira aproveitar os dias de folga para relaxar e isolar-se da confusão, mas é quase impossível passar incólume pela maior festa no Brasil.

 

Falámos com o Fábio Polido que, durante grande parte da sua vida, viveu em São Paulo. Para ele, o Carnaval é a maior data do ano no Brasil e para o qual está sempre muito entusiasmado. Ao recordar estes dias de festa, o seu sorriso preenche-se de alegria e entusiasmo. O Fábio contou-nos algumas curiosidades sobre como se vive esta data no Brasil, que partilhamos hoje consigo.

 

O Brasil tem vários “Carnavais” diferentes, e os Estados do Rio de Janeiro e de São Paulo abrigam as maiores festas do país. Ambos possuem o mesmo espírito de festa, e há uma distinção básica que é importante explicar.

 

  • Quais as maiores diferenças entre o Carnaval do Rio e o de São Paulo?

 

Carnaval no Sambódromo: é a festa com os carros alegóricos, que representam escolas de samba e temas específicos que são abordados no samba enredo de cada uma delas. Durante o ano todo este espetáculo é preparado para brilhar na passarela do samba. É um espetáculo monumental, com cobertura internacional e pessoas do mundo todo, espalhadas em camarotes, nas arquibancadas e no desfile, composto pelos integrantes de todas as escolhas. São Paulo abriga a festa no Sambódromo do Anhembi, que inicia o Carnaval, e no Rio de Janeiro, no Sambódromo do Marquês de Sapucaí.

 

Carnaval de Rua: é a denominação das festas que são comemoradas na rua, geralmente organizadas em blocos, que são organizados a partir dos mais diversos temas: estilos musicais, jogos (sim, até o jogo Mário possui um bloco), lutas políticas, cantoras ou cantores específicos. Não há regra para o tema, o importante é ser feliz, usar glitter (de preferência o biodegradável) e fantasias que reforcem o espírito do bloco em que se está.

 

Ambos os Estados possuem Carnaval de rua, mas São Paulo tem-se destacado nessa modalidade com cada vez mais criatividade e festas espalhadas por grande parte dos bairros. A ansiedade dos foliões é tanta que existem imensos grupos no Whatsapp e Facebook, que compartilham folhas de Excel com os horários, sítios e todos os detalhes. Em geral as festas de rua são gratuitas e dispõem de casas de banho portáteis. Existem festas que são mais familiares e outras mais direcionadas ao público mais jovem.

 

Normalmente os blocos de rua de Carnaval começam à tarde e prolongam-se durante a noite. Estes horários são ótimos para famílias com as crianças ou idosos desfrutarem da festa e, conforme as horas vão passando, a tendência é para que o público aumente e seja, na maioria, jovens.

 

Em São Paulo as festas começam no final de Janeiro, localizadas em sítios abertos ou fechados. São organizados ensaios e pré-festas que antecedem as oficiais. Além disso, depois do carnaval ainda existem blocos chamados de ressaca do carnaval.

 

O carnaval é uma festa única e que além de tudo movimenta a economia do Brasil. Uma experiência imperdível para quem gosta de se aventurar ao ritmo da alegria.

 

 

5 Dicas úteis para quem vai passar o Carnaval ao Brasil:

  1. Escolha roupa e calçado confortável durante o cortejo
  2. Utilize acessórios para se proteger do sol como chapéu
  3. Utilize protetor solar
  4. Guarde os seus pertences mais valiosos numa pequena bolsa
  5. Beba muitos líquidos para se manter hidratado

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23 Janeiro 2019
Hoi An, uma vila encantada no Sudeste Asiático

Hoi An, vila de lanternas e alfaiates, de sorrisos soltos pelas ruas e vielas. Vila onde se caminha sem mapas, não correndo o risco de deixar escapar por entre os dedos – e os olhos – qualquer pedaço de deslumbre. Todas as ruas têm o seu quê de único. Todas as pequenas casas coloridas contribuem, de alguma forma, para acender dentro do espírito lanternas iguais às que espreitam dos telhados.

– You, hair like the sun.

Apresso-me a olhar. A senhora que me chama, de forma tão original, tem um chapéu na cabeça e um sorriso invulgarmente bonito. Chama-me outra vez, para que não fuja. Está do outro lado da pequena rua que se estende até ao Mercado Central. Aproxima-se, depois de deixar passar uma mota apressada. “Vem, vou-te fazer um vestido. Loja número 41. A melhor de Hoi An”. Respondo, tímida, que não quero um vestido, que estou somente entretida a passear pela vila. Responde, sem desanimar, que me vai mostrar a loja ainda assim. Sigo-a, com atenção ao trânsito incessante e ao chão, para não fazer das minhas e tropeçar no meio de tamanhas novidades. O Mercado enche-se de tecidos de todas as cores, que esvoaçam dos tectos altos. A loja 41 é um pequeno espaço composto por uma mesa, três jovens de cabelos soltos e fitas métricas ao pescoço e panos, muitos panos de muitos padrões. Sorrio às jovens, sorrio à senhora que ali me trouxe. Explico novamente que não quero um vestido e agradeço. Sorriem de volta e vêem-me partir, de máquina fotográfica na mão e mochila às costas.

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Caminho até me doerem os pés. É uma vila pequena, é verdade, mas por conter magia em todas as ruas não é difícil passar horas de um lado para o outro. Visito a emblemática Ponte Japonesa, construída no início do século XVII, um exemplo simples e bonito da arquitectura nipónica. Com a escultura de um macaco numa ponta e a de um cão na outra, tem o nome de Lai Viễn Kiều em Vietnamita. Tiro uma fotografia e caminho junto ao rio para não fugir ao sol. Os barcos que por ali se passeiam são vários, de todos os tamanhos e formas, muitos adornados também com as características lanternas deste porto comercial com séculos de História que é hoje Património Mundial.

Sento-me numa pequena esplanada numa das ruas mais movimentadas, a escassos passos do Mercado, e limito-me a observar, enquanto bebo um sumo de ananás e petisco com pauzinhos – sem jeito, com perseverança – o típico Cao L´âu. Vejo passar uma senhora com cestos de fruta pendurados aos ombros. Vejo crianças de pés descalços a correr atrevidamente pelas bancas de vegetais. Vejo a vida – simples – que aqui se vive. E, assim, sei. Sei que, não tarda, estarei a chamar casa a este país num canto tão distante do Mundo. Sei que, não tarda, estarei a chamar casa ao Vietname.

 

Testemunho escrito por Isadora Freitas.

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26 Dezembro 2018
Imprevistos de viagem – João Cajuda

Com o fim do ano, chega a hora de repensar tudo o que aconteceu em 2018 e recordar todos os bons e maus momentos. O João Cajuda partilha hoje connosco alguns dos seus pensamentos sobre as suas viagens de 2018. Descobre tudo abaixo:

O melhor de viajar é, na minha opinião, a oportunidade de conhecer e experienciar realidades distintas daquelas em que habitualmente vivemos. É abrir horizontes e conhecermos o mundo que nos rodeia… É um escape ao nosso dia-a-dia que, por vezes, se torna bastante rotineiro. Sabemos bem o bom que é sentir aquele friozinho na barriga dias antes de partirmos numa nova aventura. O tempo no escritório, em vez de passar mais rápido, parece que estica, já só pensamos no dia da partida e mal dormimos… Mas, por vezes, aquela viagem de sonho que esperamos o ano inteiro torna-se no maior dos pesadelos… Já vos aconteceu?

 

Pois, eu podia fazer uma lista gigantesca de todas as peripécias, umas mais graves, outras até divertidas, que me aconteceram nos últimos anos em viagem. Já caí de cascatas, torci os joelhos, os pés, já espetei vidros, apanhei otites, caí de mota, já abri a cabeça, dei cabeçadas em vários templos espalhados por este mundo, já fui evacuado de uma cidade por causa de inundações, já fui mordido por alforrecas, já perdi a bagagem, já me cancelaram voos, já apanhei intoxicações alimentares, gripes, fiquei quase sem andar e descobri que tinha 3 hérnias nas costas… Entre muitas outras coisas boas!

 

A verdade é que durante os preparativos de uma viagem pensamos em tudo e mais alguma coisa: quais pontos turísticos a visitar, o que levar na mala, o visto, dinheiro, hotéis…

No entanto, há uma coisa que muitas vezes fica esquecida: O seguro de viagem! Sim, porque os acidentes não acontecem só aos outros… E, quando são longe de casa, são uma dor de cabeça ainda maior. É impossível prever acidentes, por isso, ter um seguro de viagem é muito importante, independente da duração ou do destino da viagem.

 

Porque devo ter um seguro de viagem? 

Porque receber assistência médica no estrangeiro é extremamente caro. Quando digo caro, quero dizer que uma simples ida ao hospital pode custar-te mais que toda a viagem junta. Já vi muitos viajantes pagarem 500€ por levar soro durante 1 hora numa clínica, agora imagina se partisses um braço ou tivesses de ser operado de urgência, ou ter de ficar internado… Provavelmente ficava mais caro que uma semana inteira no Four Seasons em Bora Bora!

 

Mas vale a pena o investimento? 

A mim parece-me óbvio… Vamos lá ver, fazer um seguro de viagem é mais barato do que as pessoas imaginam. É um investimento pequeno e necessário, afinal de contas não há nada mais importante do que a tua saúde! Eu nunca viajo sem seguro, para mim é fundamental saber que terei sempre apoio caso me aconteça algo.

 

E o seguro só cobre despesas de saúde? 

Não, mas depende do plano que escolheres. Há planos que incluem, por exemplo, o cancelamento da viagem garantindo o reembolso do dinheiro (mesmo antes da partida). Atrasos ou cancelamento de voos, assistência Jurídica caso tenhas algum problema no país onde te encontres, perda de bagagem. Despesas de repatriamento em caso de doença, acidente ou morte…

 

Que seguro recomendo? 

Existem muitos seguros no mercado mas eu faço o da Allianz Global Assistance que é líder no mercado dos seguros de viagens e serviços de assistência. É muito completo, tem um bom preço/qualidade e sinto que estou em boas mãos… Para além disso, se quiseres poupar uns euros para umas águas de coco, aproveita e coloca o meu código joaocajuda para teres 15% de desconto. Faz uma simulação aqui.

 

Depois disto resta-me desejar-te uma boa viagem, cheia de good vibes para afastar os acidentes eheh.

 

Artigo escrito por João Cajuda.

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